Objetivo Principal

O objetivo deste blog é construir e compartilhar experiências em Educação Musical para crianças. A ideia principal é estabelecer um repertório de músicas escritas especialmente para crianças, seus autores e os meios materiais de sua origem.



quinta-feira, 3 de julho de 2014

DOZE LENDAS BRASILEIRAS - CLARICE LISPECTOR





Lançado pela editora Luz da Cidade, em 2000, o CD "Doze Lendas Brasileiras" traz histórias curtas, inspiradas em lendas nacionais, escritas por Clarice Lispector e contadas por 12 artistas brasileiras. 
No elenco encontramos Camila Pitanga, Sílvia Buarque, Maria Padilha, Heloísa Mafalda, Zilka Salaberry, Odete Lara, Rosita Thomas Lopes, Duze Naccarati, Luana Piovani, Maria Zilda Bethlem, Martha Overbeck e Mariana Valente. Mariana, na época da gravação com 13 anos, é neta de Clarice e escolheu o conto "Curupira"  para ler, com muita graça e vivacidade.
Já as veteranas Zilka e Heloísa parecem contar histórias para seus netos. Algumas fazem grandes interpretações, como Odete na história "Uma Lenda Verdadeira" falando do nascimento de Jesus. Camila utiliza a alternância de tons na voz para diferenciar os personagens de "As Aventuras de Malazarte".
Quem coordenou o projeto foi Paulo Lima, que conta também com a trilha sonora de Paulo Rafael e Paulo Brandão.


Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, em 1925. A família mudou-se quando Clarice era ainda pequena, estabelecendo-se em Recife. Aos 12 anos, órfã da mãe, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro. 
Clarice cursou Direito, mas, apaixonada por livros, trabalhou em jornais, casando-se em 1943. Seu primeiro livro "Perto do Coração Selvagem" foi publicado no ano seguinte. Seu marido era diplomata, por isso viveram muitos anos fora do Brasil. Clarice dedicava-se a escrever. Depois de 15 anos, separada do marido, Clarice voltou ao Rio de Janeiro. Tornou-se uma das mais importantes escritoras brasileiras. Faleceu em 1977.
Durante sua vida dedicou-se também a literatura Infantil. Entre suas obras estão: "Mistério do Coelho Pensante", "A Vida Íntima de Laura", "A Mulher que Matou os Peixes" e "Quase Verdade". 
Nestes livros Clarice surpreende com uma sensibilidade quase maternal, como se as histórias fossem contadas numa sala de visitas, por alguém bem próximo ao leitor, criando um clima de intimidade e confiança. 
"Doze Lendas Brasileiras" é a versão em audio do livro "Como Nasceram as Estrelas". No livro estão doze histórias , encomendadas a Clarice para ilustrar um calendário. São doze lendas, uma para cada mês do ano. Fala-se de Saci, do Uirapuru, do Curupira e da Iara. Fala-se de onças, sapos, urubus e jabutis. 
Os textos são curtos e constantemente sofrem interferência da narradora: "Será que a moral desta história é que o bem sempre vence? Bom, nós todos sabemos que nem sempre. Mas o melhor é a gente ir-se arranjando como pode e dar um jeito de ser bom e ficar com a consciência calminha" ou "Como é que se espalhou que o uirapuru dá sorte? Ah, isso não sei, mas que dá, dá!".


Fiquei encantada com as histórias, o jeito de contar, assim tão calmo, tão aconchegante! Com certeza as crianças vão adorar quando forem apresentadas à estas lendas tão bonitas!

domingo, 22 de junho de 2014

HISTÓRIAS DO MÊS DE JUNHO - PARTE 2

Mais uma história! Desta vez um belo conto popular, conhecido por todos: "Festa no Céu"!

"Vai haver festa no céu
Vou levar meu violão
Vou cantar a noite inteira, ô,
Bam, banlão, bambão, bambão."

No entanto, quem poderia ir à esta festa? Só bicho que voa. Os outros bichos ficaram tristes, mas inconformado mesmo ficou o sapo, ou será o jabuti? Depende...
São várias versões. 
Conheci "Festa no Céu" na coleção Disquinho. Coleção antiga, lançada em 1965 pela Continental e produzida até a década de 1980. Os discos coloridos contavam as mais belas histórias infantis. Musicadas por João de Barro, Eliza Fiúza e Sílvia Helena Fiúza e orquestradas por Radamés Gnatalli, as histórias são adaptações de lendas, de contos populares, de contos de Andersen, de Grimm e outros autores. A coleção fez grande sucesso na época, sendo relançada entre 2003 e 2006 pela WEA em CDs, preservando as capas originais.




A adaptação de "Festa no Céu" de João de Barro é leve e muito divertida. Os temas musicais, ligados à algum personagem, trazem palavras que brincam com as vozes dos animais: os sapos coaxando, o canto da saracura com ritmo martelado, o urubu com seu violão, a voz estridente da araponga, os mosquitos que cantam "fino" e os besouros que cantam "grosso".
A coleção "Clássicos Infantis" da editora Moderna, publicada pela primeira vez nos anos oitenta, apresenta muitos contos de fadas e muitas histórias que fizeram parte da série "Disquinho".  Entre eles, com adaptação de Cristina Porto, está "Festa no Céu".



Com ilustrações de Tatiana Paiva e os versos de João de Barro, a editora Rocco também apresenta seu livro "Festa no Céu".




Tenho comigo mais três versões:
- Festa no Céu - conto popular recontado por Ana Maria Machado da editora FTD.
- Festa no Céu - Coleção Folha - Contos e Fábulas para crianças.
- Alvoroço de Festa no Céu - esta versão é especial! Faz parte do CD "Doze Lendas Brasileiras" de Clarice Lispector. Versão em audio do livro "Como Nascem as Estrelas" este CD traz lendas e casos do folclore brasileiro, recontados pela grande escritora Clarice Lispector. Na voz de atrizes como Maria Padilha, Maria Zilda Bethlem, Heloísa Mafalda, entre outras, as histórias são narradas com muita graça, humor e dramaticidade. Que belo trabalho de Clarice que consegue dar um final surpreendente ao nosso inconformado sapo.

Por ser uma grande história, que faz brilhar os olhos e traz alegria para quem a escuta, "Festa no Céu" sempre vai estar presente. E que belo material para enriquecer nossas aulas e as festas do mês de junho!



sábado, 21 de junho de 2014

HISTÓRIAS DO MÊS DE JUNHO

Gosto muito de usar livros de histórias nas aulas de música para as crianças. Com a chegada das festas juninas resolvi comprar o livro "Mês de Junho tem São João" do Fábio Sombra e Sérgio Penna. Que trabalho bonito eles fazem! Vocês se lembram do livro "Duas Festas de Ciranda" dos mesmos autores? Pois bem, ambos os livros fazem parte da coleção "Tradições de nossa Terra" da editora ZIT.




"Passa o ano e já vem vindo
O mês de junho no sertão
Com forró pra Santo Antônio,
Pra São Pedro e São João."

O livro é muito colorido, com gravuras que fazem lembrar as xilogravuras da literatura de cordel. Não podemos nos esquecer que Fábio Sombra é membro da Academia Brasileira de Literatura de Cordel e um grande pesquisador da cultura popular brasileira. Junto com Sérgio Penna, também violeiro e compositor, os dois fazem um passeio pelas tradicionais festas juninas, rico em detalhes como: as comidas típicas, as brincadeiras, a música, os violeiros, a quadrilha e o casório (com direito a padre e delegado no altar....).
As crianças da escolinha do Faz-de-Conta já conheceram o livro e estão adorando!
Os versos, ritmados e com muitas rimas, são gostosos de ouvir e logo as crianças estão completando as frases com muita alegria. Vale a pena conhecer!

sábado, 14 de junho de 2014

CACURIÁ


No dia 31 de maio, participei de um curso em Ribeirão Preto, promovido pelo Centro de Estudos da Escola da Vila, sobre música na Educação Infantil. O orientador do curso foi o professor Vicente Domingues Régis. 
O curso foi muito bom, dançamos e brincamos o dia inteiro e aprendemos muitas coisas novas. É surpreendente como nós podemos aprender sempre! Muitas vezes revemos as mesmas músicas, mas cantadas e dançadas de formas diferentes. Assim as ideias vão surgindo e você se sente renovada!
Entre as muitas brincadeiras que fizemos, gostaria de destacar as danças de roda com o ritmo do cacuriá. No curso nós cantamos o "Jacaré Boiô", a "Lavadeira", o "Jabuti", o "Caranguejinho" o "Peixe Piá". Todas elas são muito animadas e propícias para trabalhar com as crianças da Educação Infantil.
O Cacuría é uma dança maranhense, que surgiu nos festejos do Divino Espírito Santo, no início da década de 1970. Alauriano Campos de Almeida, mais conhecido como Lauro (1917-1993), foi o criador desta dança. Seu Lauro era festeiro do Divino e organizador de brincadeiras do Bumba-Boi, do tambor de crioula e do presépio de palhinhas. Com o batuque muito parecido ao do Divino, o cacuriá agrega vários outros ritmos como carimbó e as festividades juninas. 
O cacuriá é ritmado por duas caixas (espécie de tambor feito com couro de boi), dançado com passos marcados, onde os dançarinos se utilizam do rebolado do quadril, da improvisação e da interação com a platéia. O contato corporal com o parceiro da dança é fundamental na brincadeira. A dança é provocante e cheia de simbolismo, transmitindo a manifestação da cultura, das crenças e costumes do povo.
Esta brincadeira ganhou popularidade através de Dona Teté (Almeirice da Silva Santos 1924-2011). Ela criou o grupo "Cacuriá de Dona Teté", responsável por difundir a dança em todo o Maranhão e também no Brasil.

O blog de Andre de Sousa traz três postagens sobre o tema. Vale a pena visitar!

http://musicalizabrasil.blogspot.com.br/2011/10/educacao-musical-serie-ritmos.html

sexta-feira, 23 de maio de 2014

CHICO DOS BONECOS


Francisco Marques é mineiro, nasceu em Belo Horizonte em 1959. É contista, poeta, brincante e mamulengueiro. Seu trabalho, que desenvolve desde o início da década de 1980, tem como matéria-prima a riqueza da oralidade e da cultura brasileira: lendas, contos, fábulas, cantigas, brinquedos e brincadeiras. Com muito humor, carregando malas com brinquedos, livros, cacarecos, bonecos, fantoches, uma gaita, Chico desperta a imaginação do seu público através de suas histórias, brincando com as palavras.
Possuidor de uma voz audível e persuasiva, Chico dos Bonecos utiliza seu corpo, sua memória, sua imaginação e uma linguagem viva e musical para inspirar alunos e professores que participam de seus cursos e palestras. 
Atualmente, Chico mora em São Paulo. É autor de vários livros de literatura infantil, entre eles "Desvendério", "O Lenhador", "A Biblioteca dos Bichos", "Galeio" e "Muitas coisas, poucas palavras - A oficina do Professor Comênio e a arte de ensinar e aprender".
Seu livro "Galeio", publicado pela editora Peirópolis, foi premiado pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil como melhor livro de poesia de 2005.
Tenho comigo, já há alguns anos, o CD "Histórias Gudórias de Gurrunfórias de Maracutórias Xiringabutórias", de sua autoria, pelo selo Palavra Cantada. Este CD foi gravado em 1999 e traz muitas histórias e poemas na voz do Chico dos Bonecos. Além disso, ele nos apresenta quatro brinquedos antigos e universalmente conhecidos, que produzem barulhos atraentes e fazem a trilha sonora das histórias: o diabolô, o diablete, o corrupio e a escada-de-Jacó.
  
                                                 



Vale a pena ler na íntegra a entrevista com Chico dos Bonecos publicada no endereço abaixo:

http://www.escoladeeducadores.com.br/ee/index.php?option=com_content&task=view&id=33&Itemid=29

Nesta entrevista, Chico fala da importância do brinquedo e do brincar para a criança. Fala sobre sua infância, seus trabalhos e sobre educação. 

Para Chico não se pode conceber a arte de ensinar sem a brincadeira: "a brincadeira ensina. O estudo é divertimento, quando se entende que aprender é decorrência natural de estar vivo, os cinco sentidos abertos. A escola é o lugar no qual letras e números são brinquedos."

Também dá para ouvir o CD na rádio UOL:

http://www.radio.uol.com.br/#/volume/francisco-marques/historias-gudorias-de-gurrunforias-de-maracutorias-xiringabutorias/3858

"A arte de ensinar é fruto de outra - da arte de aprender. E uma e outra não podem ser submetidas à pressa ou a discursos de eficácia que atropelem o mais importante: a nossa arte de ensinar é uma estrada segura, clara, cercada de infinitas coisas para se ver, ouvir, saborear, pegar, cheirar. Por isso, nessa estrada caminhamos devagar, calmamente, lentamente."


quinta-feira, 15 de maio de 2014

OS SALTIMBANCOS



Em 1977 eu ia completar 12 anos de idade. Não me lembro muito bem se meus pais compraram este disco assim que foi lançado, só sei que eu e minhas irmãs adorávamos ouvi-lo e encenamos o musical para o público lá de casa, no teatro da garagem, em Alumínio, onde morávamos.
No início deste ano, nas nossas reuniões de planejamento da Escolinha do Faz-de-Conta, recebi a sugestão da professora Márica para trabalharmos com o livro "Os Músicos de Bremen". Rapidamente me lembrei das músicas de "Os Saltimbancos" e criei um projeto de educação musical para as crianças dos grupos II e III da escolinha. Cada canção, cada personagem do musical permitiu o desenvolvimento de uma série de atividades para serem trabalhadas nas aulas de música.  As crianças estão adorando e já cantam os principais temas. É muito interessante poder reviver a obra, que me foi tão querida na infância, com meus alunos e perceber o quão atual e surpreendente ela continua sendo. 
A primeira temporada do espetáculo aconteceu no Rio de Janeiro, em 1977, no Canecão. No elenco Marieta Severo, como a gata, Miúcha, a galinha, Pedro Paulo Rangel, o cachorro e Grande Otelo, o jumento. No coro infantil muitas crianças, entre elas: Bebel Gilberto, Isabel Diegues e Sílvia Buarque. 
No entanto, para a gravação do disco, teremos a participação de Nara Leão, como a gata, Magro e Ruy, do grupo MPB 4, como o jumento e o cachorro e  Miúcha, como a galinha.
Em 1992, o espetáculo foi novamente montado, com muito sucesso,  e teve no elenco Nizo Neto, Maria Lúcia Priolli, Ruben Gabira e Suely Franco. 
Mas como tudo começou?


Em uma viagem à Itália, em 1976, Chico Buarque, conheceu o disco "I Musicanti". As músicas eram de Luis Enriquez Bacalov e o texto de Sérgio Bardotti (à esquerda, na foto ao lado). 
Luis Enriquez Bacalov, nasceu na Argentina, em Buenos Aires. Compositor, responsável pela trilha sonora de muitos filmes como "Django", "His Name is King" e "O Carteiro e o Poeta", ganhou, por este último, o Oscar de Melhor Trilha Sonora, em 1994. 
Sergio Bardotti, nasceu na Itália, em Pavia, em 1939, falecendo em Roma no ano de 2007. Letrista e compositor, autor de canções como "Canzone per te", "Ti Lascera" e "Occhi di Ragazza", Sergio Bardotti atuou na indústria fonográfica, sendo diretor da gravadora RCA. Foi responsável por difundir na Itália a música de Vinicius de Moraes, Toquinho e Chico Buarque.
O disco infantil "I Musicanti" foi inspirado no conto dos Irmãos Grimm, "Os Músicos de Bremen". Segundo Sergio Bardotti, a versão italiana, mudou o sexo de dois personagens: o gato e o galo, que passaram a ser uma galinha e uma gata. No entanto, esta mudança ocorreu devido aos intérpretes da obra: o grupo musical "I Richi e i Poveri" que era formado por dois homens e duas mulheres.
O musical não fez grande sucesso na Itália. No Brasil ganhou o nome de "Os Saltimbancos" que significa grupos de músicos ou artistas que viajam pelas cidades, fazendo apresentações nas praças, feiras e ruas.
Chico Buarque foi muito feliz ao imprimir uma linguagem mais teatral à obra. Interessante notar o uso de várias gírias, termos e expressões, que fazem parte das letras das músicas, que retratam o português falado na época. Expressões como: "crista da onda", "estar frito", "cacilda", "que grilo", "botar pra quebrar" entre outras. 
Um trecho bastante interessante do musical é quando os animais resolvem ensaiar a música "Minha Canção". Em forma de brincadeira eles fazem referência a diferentes trechos de músicas brasileiras como "Tem Dó", de Vinicius de Moraes, "Milho Verde", de Gilberto Gil, "Juventude Transviada", de Luiz Melodia  e "Ave Maria do Morro", de Herivelto Martins.
Vale a pena assistir o especial "Chico Buarque - Saltimbancos (2006)", dirigido por Roberto de Oliveira, disponível no endereço:

Os Saltimbancos é um musical com estrutura tradicional: as músicas vão ajudando a contar a história. O Jumento funciona como "mestre de cerimônias", apresentando o que está por vir. O coro das crianças são as vozes de consciência dos animais, advertindo contra os perigos, mostrando caminhos certos. Cada personagem tem sua canção, assim ele se apresenta ao público. As demais melodias fazem a abertura, falam dos sentimentos de alegria, frustração, vitória, apresentam as ideias e os planos dos animais.
As letras são divertidas, com muitas rimas, explorando a sonoridade das palavras e cativando as crianças. 
Quando completou 30 anos, a peça escrita pelo Chico, foi relançada pela editora José Olympio, com ilustrações inéditas de Ziraldo. Você sabia que os dois assinam também "Chapeuzinho Amarelo", clássico da literatura infanto-juvenil brasileira?




quarta-feira, 19 de março de 2014

LOBISOMEM - FERNANDA SANDER

Fernanda Sander é cantora, educadora e compositora. Conheci seus trabalhos através de uma amiga que estudou em Piracicaba, na Escola de Música Artes e Melodias, onde Fernanda estudou.

Fez parte do grupo "Éramos Três", em Belo Horizonte, com Eduardo Borges, Filipe Guerra e Jalver Bethônico. O grupo tinha como proposta mostrar que música para crianças deve instigar a inteligência, a criatividade e a experimentação. O CD "Quando eu crescer" foi vencedor do Prêmio da Música Brasileira, como melhor álbum infantil, em 2011. 

A partir de 2013, o grupo encerrou suas atividades, e Fernanda partiu para o seu projeto "Pé de Poesia".

Entre seus trabalhos vamos encontrar os CDs "Baladinhas de Amor e Dor de Cotovelo" e "Contae" e o livro "A Girafa que Comia Estrelas".

Você pode visitar os endereços abaixo para saber mais:
http://eramostres.com/e3/
http://fesander.blogspot.com.br/
http://www.pedepoesia.com/index.html


Falando de Rosas

Estava procurando uma cantiga para as crianças dançarem na festa junina da escolinha. Esta música é uma graça e neste arranjo ficou melhor ainda. Apreciem!